O Programa Ocupação Social

O OCUPAÇÃO SOCIAL é uma política prioritária do GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO que articula com a sociedade, o setor privado e os poderes públicos uma série de atividades elaboradas especialmente para o público jovem, morador de áreas de alta vulnerabilidade social, com baixa renda e marcadas por uma espiral de violência urbana.

Coordenado pela Secretaria de Estado de Direitos Humanos (SEDH), o programa tem como principal objetivo a promoção de uma rede de OPORTUNIDADES de educação, de empreendedorismo e de renda para JOVENS com maior exposição à violência. Não é um programa de segurança. É de oportunidades, por meio de ações que garantam a promoção e a defesa de direitos humanos.

O programa busca aumentar e melhorar as condições de inclusão social dessa juventude, garantindo oportunidades efetivas para a construção de trajetórias que possibilitem o pleno exercício dos direitos e da cidadania. Conseguindo, dessa forma:

  • diminuir a taxa de homicídios de jovens,
  • reduzir o abandono escolar e, ainda,
  • aumentar o percentual de meninos e meninas estudando e/ou trabalhando.

Três objetivos fundamentais do programa, a serem alcançados por meio de atividades que priorizem o diálogo, a construção coletiva e o envolvimento da juventude em todo o processo.

Para tal, priorizou trabalhar nos 26 bairros que concentram a maior vulnerabilidade social, distribuídos em nove municípios do Estado. São eles:

  • Nova Palestina e Bairro da Penha, de Vitória;
  • Barramares, Ulisses Guimarães, Boa Vista (I e II), São Torquato e Santa Rita, de Vila Velha; 
  • Feu Rosa, Vila Nova de Colares, Jardim Carapina, Novo Horizonte, Planalto Serrano, Central Carapina e Bairro das Laranjeiras, da Serra;
  • Castelo Branco, Nova Rosa da Penha, Flexal II e Nova Esperança, de Cariacica;
  • Zumbi, de Cachoeiro de Itapemirim;
  • Ayrton Senna e Bela Vista, de Colatina;
  • Interlagos e Aviso, de Linhares;
  • Vila Nova e Bom Sucesso, de São Mateus; e
  • parte urbana de Pinheiros.

E depois de três anos de ação, os primeiros resultados já apontam eficácia nas atividades planejadas pelo programa. Há redução de 40% do número de homicídios de jovens, com idade entre 15 e 24 anos, nessas comunidades. Para alcançar o protagonismo juvenil e promovê-lo precisamos de ações que incrementem a educação, que permitam o retorno à escola, que gerem emprego e renda e que trabalhem as habilidades socioemocionais desses jovens, com cultura, esporte, empreendedorismo e lazer.